Alta densidade de algas ocasionou morte de peixes no rio da Onça em Novais, diz Cetesb

Alta densidade de algas ocasionou morte de peixes no rio da Onça em Novais, diz Cetesb

As mortes de peixes no rio Ribeirão da Onça (rio da Onça), em Novais (SP), que ganhou repercussão em agosto deste ano, foi ocasionado pela alta densidade de algas, divulgou a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

Em agosto duas vistorias foram feitas pela agência e na análise preliminar, segundo a Cetesb, os níveis de oxigênio estavam regulares e nenhum lançamento de efluentes foi identificado. Amostras da água e de espécies de peixes foram coletadas na época.

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Entretanto, nesta semana, a Cetesb divulgou que as análises laboratoriais revelaram alta densidade de algas de fundo no rio Ribeirão da Onça, devido ao baixo volume do curso d’água em razão da estiagem que assolava a região em agosto. A ocorrência teria ocasionado a queda do oxigênio dissolvido na água e causado a morte de peixes. Depois das primeiras chuvas, não houve mais mortes.

O caso ganhou repercussão após José Alaor Gomes, morador de Novais (SP), registrar imagens da mortandade de peixes no rio da Onça. “Infelizmente estamos aqui implorando ajuda das autoridades para tentar descobrir o que vem ocorrendo com esse rio. Espero que eles consigam descobrir o que possa estar provocando a morte destes animais e tentar uma solução para esse problema”, disse José em agosto deste ano.

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