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Olímpia fica entre os 4% dos municípios brasileiros com excelência em gestão fiscal

Olímpia tem a segunda melhor gestão fiscal da região e a 21ª no Estado de São Paulo.

1 de novembro de 2019

/ por Redação
Olímpia fica entre os 4% dos municípios brasileiros com excelência em gestão fiscal

Na contramão da maioria dos municípios brasileiros, a Estância Turística de Olímpia é apontada como uma das poucas cidades em todo o país com excelência em gestão fiscal. É o que revela o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), divulgado nesta quinta-feira (31) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro.

O levantamento, que é referente a 2018, contempla 5.337 municípios brasileiros, 97,8% do total, e demonstra que três em cada quatro cidades apresentam gestão em dificuldades ou crítica e um terço das prefeituras do país não se sustenta. De todas as prefeituras analisadas, 40,5% têm situação crítica, 33,4% difícil, 22,1% boa, e apenas 4% obtiveram excelência na gestão fiscal.

Situação oposta a de Olímpia que tem a segunda melhor gestão fiscal da região e a 21ª no Estado de São Paulo, com nota 0,8224, a melhor registrada nos últimos anos. No ranking nacional, a cidade ficou em 162º. O índice final considera a nota obtida em quatro indicadores das prefeituras: Autonomia, Gastos com Pessoas, Liquidez e Investimentos. Para a classificação, os municípios tiveram a gestão avaliada em Excelência (de 0,8 a 1,0), Boa Gestão (de 0,6 a 0,8), Dificuldade (de 0,4 a 0,6) e Crítica (inferior a 0,4).

O maior destaque do município foi em Autonomia, atingindo a pontuação total de 1,0, cujo indicador avalia a elevada capacidade de geração de receitas locais frente aos custos de manutenção da estrutura administrativa. Gastos com Pessoal, que considera a folha de pagamento do funcionalismo, também teve índice de excelência com 0,9902, enquanto Investimentos (0,6871) e Liquidez (0.6124) apresentaram Boa Gestão.

Considerando os municípios da região, Olímpia fica atrás apenas de Meridiano, no ranking estadual, superando cidades como São José do Rio Preto (22º lugar), Lins (74º lugar), Santa Fé do Sul (120º), Barretos (127º), Votuporanga (130º), Catanduva (152º), Jales (158º), Novo Horizonte (242º), Fernandópolis (318º) e Mirassol (329º).

“Fizemos o dever de casa desde que assumimos com uma administração técnica e responsável, gestão transparente e profissionalizada. Cortamos gastos desnecessários e priorizamos o essencial. Os resultados aparecem no Índice Firjan de Gestão Fiscal, em que Olímpia desponta como uma cidade que tem conseguido, com muito trabalho, superar a crise mais geral, contrariando toda uma realidade nacional. Isso traz reflexos positivos na vida das pessoas porque tivemos cautela para equilibrar as contas e isso nos permitiu ampliar investimentos que impactam diretamente no dia a dia da população em áreas como Segurança Pública, Mobilidade, Infraestrutura, Saúde e Educação", analisa o prefeito Fernando Cunha.

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