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Duas funcionárias são acusadas por supostos estupros em creche de Cajobi

Duas funcionárias da Creche Mafalda foram acusadas por supostos estupros em três crianças em Cajobi. (Olímpia 24 Horas)

10 de novembro de 2019

/ por Redação
Duas funcionárias são acusadas por supostos estupros em creche de Cajobi
Foto: Jean Morelli / Blog Cajobi

Nesta sexta-feira que não era 13, e sim dia 08/11, uma notícia supostamente envolvendo funcionárias de uma creche da cidade caiu como uma bomba para os moradores, claro, mais ainda para pais, mães e parentes que dependem deste tipo de apoio e serviço, ou seja, deixar as crianças lá para irem trabalhar. E, caso se confirme mesmo o que rola na cidade e que consta no BO PC 536/2019, é um absurdo sem tamanho e as autoras devem, friso, caso se confirme tudo, ser punidas inclusive com a perda do cargo, e no âmbito da Justiça, que apodereçam na cadeia. Mas como em todo caso policial - o mesmo está sendo investigado ainda e portanto - todo cuidado com relação aos nomes das supostamente autoras é pouco. Mas caso se confirme mesmo, voltaremos neste BO PC com nomes e todos os dados já que é inadmissível o que consta no boletim de ocorrência registrado pelas mães das crianças de aproximadamente dois anos de idade, detalhe, menino e meninas.


Segundo o BO PC registrado as 10h12 desta sexta na delegacia de polícia de Cajobi, três crianças (por enquanto) suspostamente teriam sido abusadas por duas funcionárias da creche. E segundo o relato das mães, com base em confissões das crianças vítimas, a situação já vinha acontecendo a algum tempo, mas só foi descoberto agora. Como? Vamos ao BO PC...

Nesta sexta-feira, uma mãe, J. (nome fictício*)., moradora da cidade, compareceu na delegacia e alegou ser mãe de uma das vítimas, o garoto L.*, de 2 anos de idade. Ela informou que cerca de um mês atrás vem notando que seu filho vem apresentando sangramento no ânus mas que ele já reclamava de dores desde 8 meses atrás, ou seja, desde quando iniciaram as aulas na creche.

A mãe disse que notou que quando o filho defecava as fezes apresentavam sangramento, não no meio mas apenas em volta.

Que na quarta-feira, 06, uma outra mãe de nome J.C.* a indagou se seu filho ainda estava na creche, e ela respondeu que já tinha buscado ele. Foi quando a amiga relatou que a filha dela, O*., havia contado para ela (JC*) que a "tia tal" e a "tia tal" (duas tias que por precaução, vamos omitir até que o caso seja devidamente apurado) haviam mexido na ´pererequinha` dela. Contou a menina à mãe e a mãe ligou para a outra mãe, N*., perguntando sobre o filho dela, mas na verdade ela aproveitou para inteirá-la dos fatos.

De imediato a mãe J*. foi indagar seu filho L.* se a "tia tal" havia mexido com ele. Estarrecida a mãe ouviu do filho que "sim, a ´tia tal` enfiou o dedo no meu ânus e doeu muito", contou o menino fechando os olhinhos, momento em que a mãe ficou apavorada. Indagado pela irmã e pelo pai no mesmo momento, o menino respondeu do mesmo jeito e dizendo que saiu muito sangue, ou seja, confirmando tudo.

Depois da confissão do menino a mãe e o pai procuraram o Conselho Tutelar onde segundo o BO PM, o menino confirmou tudo do mesmo jeito, detalhe por detalhe de como aconteceu.

Junto com a mãe do garoto de 2 anos na delegacia foi também a avó da menina de 2 anos. A avó contou que faz tempo que vem notando que a criança chega da creche apresentando a região genital inchada e bastante avermelhada, parecendo que o sangue vai sair para fora. Ela disse que achou estranho a neta estar daquele jeito, mas a princípio, acreditou ter sido apenas alguma alergia, mas passou a observar a neta.

A avó contou ainda que um certo dia ela foi buscar a neta e ela estava sendo trocada no trocador pela "tal tia" (a mesma denunciada pelas crianças). Quando a criança viu a avó já foi saindo do trocador e gritando "vovó! vovó!, porém a "tia tal" terminou de trocá-la. A avó disse que pegou a criança e foi embora.

No mesmo dia, mais tarde, a avó disse que foi dar banho na neta e notou que ela estava com a região genital avermelhada novamente, ou seja, igual no outro dia, foi quando desconfiou que alguém estava mexendo com sua neta, frisou a avó conforme consta no BO PM.

Que naquele dia a colocou sentada em uma cadeira, deu para ela um copo de coca e almoço, foi quando a menina virou-se para a avó e disse que "a ´tia tal` e a ´tia tal` colocaram o dedo na perereca dela".

Segundo o BO PC, a avó contou ainda que cerca de 20 dias atrás a menina não queria ir mais para a creche e então ela passou a cuidar da criança não permitindo que ela frequentasse mais a creche, porém, achou por bem não comunicar nada para a direção, inclusive não permitiu que sua filha (a mãe da criança) comunicasse a direção da crecho sobre o ocorrido. Ou seja, um erro grave da avó já que em casos como este os fatos devem ser comunicados imeditamente para que providências sejam tomadas. Mas ela preferiu não contar nada e ainda orientou a mesma coisa para a filha, mãe da criança.

A avó frisou na delegacia, consta no BO PC, que em outras ocasiões questionou a neta e que ela com gestos que as "tias tal" mexiam na genitália dela.

A avó pediu então que sua filha J.* entrasse em contato com todas as mães das crianças da creche para verificar se estava ocorrendo alguma coisa de errado com os filhos das outras também e, segundo o BO PC, muitas delas (outras mães) disseram que os filhos não queriam ir mais para a creche e que estavam fazendo coisas que não faziam antes, com comportamento diferente e que acreditavam que estavam abusando tanto das meninas como dos meninos também.

Orientada pela mãe, a mãe da menina ligou para outras mães e com uma delas, T.*., contou sobre o que vinha ocorrendo com sua filha. Depois disse que, através de mensagens todas elas foram se comunicando e informando que os filhos diziam a mesma coisa: ´que as tias tal enfiavam o dedo nos ânus deles(as)

Outra mãe de outra suposta vítima, a senhora F.*., compareceu na delegacia onde contou que sua filha M. até pouco tempo atrás se sentia bem indo na creche mas que ultimamente ela não queria ir mais, e quando chegava, chorava muito e abraçava muito a mãe.

Esta última mãe, sabendo dos fatos, disse que chegou a mandar mensagens via WhatsApp para a "tia tal" a indagando porque sua filha S.*. chorava tanto quando chegava em casa. Ela contou que a "tia tal" respondia apenas que "o fato se devia devido a carência da presença da mãe".

Esta mesma mãe disse ainda que por várias vezes sua filha retornava da creche e que ao dar banho nela notava que a região genital dela estava toda avermelhada e inchada, ou seja, igual a outra criança que avó também contou à polícia.

Esta mãe disse acreditar que era falta de banho ou por assaduras, mas que ao notar o comportamento estranho dela passou a desconfiar que algo de errado pudesse estar acontecendo com sua filha.

Na terça-feira, 5, a mãe B*. disse que procurou outra mãe, X*., e a indagou se B*. estava com comportamento estranho, pois a filha da mesma havia sido abusada na creche e que ela ia investigar mais a fundo o caso para ter certeza dos fatos.

Segundo BO PC, a mãe X*. chorava no telefone contando que a filha dela havia sido abusada e que provavelmente a filha desta outra mãe, também estava sendo vítima.

A mãe B* disse que passou então a conversar com sua filha. a qual contou que a "tia tal" estava colocando o dedo na ´periquita e no ânus dela, inclusive a criança fazia gestos com os dedos mostrando com a "tia tal" fazia, foi quando parou de questionar a filha porque não suportou mais ver e ouvir aquilo. E finalizou seu depoimento contando que sua filha não quer mais ir para a creche.

De acordo com o BO PC 536/2019 foram requisitados exames periciais no IML para averiguar as denúncias das crianças relatadas pelas mães na delegacia da cidade.

*Todos os nomes aqui citados são fictícios, exatamente para não identificar as famílias, e vítimas principalmente, ainda mais por se tratar de crianças de apenas 2 anos de idade, e também para dar o mesmo direito, o de defesa, às supostas autoras.
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  1. Gente qe horror .acho qe em todo os lugares na creche deve ter monitoriamento .pois no mundo qe vivemos hj .ñ devemos confiar em ninguém qe tristeza viu

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