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Com provável volta de Marta, Brasil terá 1º grande teste no mundial

A seleção brasileira chegou para a disputa do Mundial Feminino da França com uma série de nove derrotas consecutivas. A vitória, por 3 a 0, sobre a Jamaica na estreia serviu para diminuir a pressão sobre as jogadoras comandadas pelo técnico Vadão, mas o grande teste está marcado para esta quinta-feira, às 13 horas (de Brasília), diante da Austrália, pela segunda rodada do Grupo C, em Montpellier.

13 de junho de 2019

/ por Redação
Com provável volta de Marta, Brasil terá 1º grande teste no mundial

A seleção brasileira chegou para a disputa do Mundial Feminino da França com uma série de nove derrotas consecutivas. A vitória, por 3 a 0, sobre a Jamaica na estreia serviu para diminuir a pressão sobre as jogadoras comandadas pelo técnico Vadão, mas o grande teste está marcado para esta quinta-feira, às 13 horas (de Brasília), diante da Austrália, pela segunda rodada do Grupo C, em Montpellier.

Marta está recuperada da lesão muscular na coxa esquerda, sofrida há três semanas, na cidade portuguesa de Portimão, onde a seleção encerrou a sua preparação para o Mundial. A estrela mostrou evolução nos últimos dias, mas deverá voltar ao time, embora Vadão tenha evitado confirmar a sua escalação. "Quem escala a Marta neste momento é o departamento médico. Espero o aval do médico e da preparação física", disse o treinador.

Marta, assim, vai reeditar a dupla de ataque com Cristiane, autora dos três gols na vitória sobre a Jamaica na primeira rodada. A expectativa é para que o talento individual da equipe brasileira supere o melhor jogo coletivo das australianas.

O Brasil lidera o Grupo C, com três pontos, ao lado da Itália, que derrotou surpreendentemente a Austrália por 2 a 1. O jogo tem status de decisão, pois uma vitória praticamente garante a classificação do Brasil às oitavas de final, enquanto a derrota torna o prosseguimento na competição muito difícil. Jamaica e Itália vão se enfrentar na sexta-feira, às 13 horas, no outro duelo da segunda rodada da chave.

Brasileiras e australianas têm se enfrentado com frequência nas últimas competições. Nos últimos cinco anos, foram nove jogos, com seis vitórias australianas. No Mundial de 2015, no Canadá, a vitória, por 1 a 0, foi da seleção da Oceania, nas oitavas de final. As brasileiras deram o troco na Olimpíada de 2016, ao conquistarem a vaga na semifinal na disputa por pênaltis (7 a 6), após empate sem gols no tempo normal.

Nos últimos três encontros, em amistosos, o time australiano saiu vitorioso em todos: 2 a 1, 3 a 2 e 2 a 1. "É um jogo gostoso, pois virou um clássico", disse a meia Andressa Alves, jogadora do Barcelona desde 2017.

O destaque do time australiano é a capitã Sam Kerr, de 25 anos, que no ano passado disputou o prêmio da Bola de Ouro. Marta, eleita a melhor do mundo pela sexta vez, votou na australiana. Atuando na Liga Americana pela equipe de Chicago, Kerr conquistou a chuteira de ouro de artilheira. Foi dela o gol na derrota para a Itália.

Agência Estado

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