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Severínia realiza atividades na Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência

Segundo o Ministério da Saúde, o corpo da mulher antes dos 19 anos nem sempre está preparado para receber uma gravidez, onde pode correr o risco de morte da mãe ou do bebê.

7 de fevereiro de 2019

/ por Jean Morelli
Severínia realiza atividades na Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência

A Secretaria Municipal de Assistência Social, por meio do Centro de Referência da Assistência Social – CRAS - iniciou as atividades complementares de 2019 com os jovens beneficiários do Programa Ação Jovem.

No dia 6/02, as técnicas de referência do Programa, Maiara Berni (assistente social) e Juliana Tofanin (psicóloga), realizaram palestra e roda de conversa referente à Primeira Semana de Prevenção da Gravidez na Adolescência.

No dia 3 de janeiro foi sancionada a Lei nº 13.798/2019, que incluiu no Estatuto da Criança e Adolescente, no art. 8º A , a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, com objetivo de disseminar informações sobre medidas de preventivas e educativas que contribuem para a redução da incidência da gravidez na adolescência.

Na apresentação reafirmaram que adolescência é uma fase de autoafirmação, de transformações físicas, psicológicas e sociais. Nessa fase há muitas duvidas e sonhos, por isso a importância da família estar presente, tendo diálogo, e troca de experiências.

Segundo o Ministério da Saúde, o corpo da mulher antes dos 19 anos nem sempre está preparado para receber uma gravidez, onde pode correr o risco de morte da mãe ou do bebê, parto prematuro, anemia, aborto espontâneo, depressão pós-parto entre outros. “ A gravidez acarreta transformações emocionais, corporais, nos projetos profissionais e educacionais, reorganização de rotinas (sono e momentos de lazer), responsabilidade no cuidado dos filhos, tem os impactos na dinâmica familiar e financeira, pois os jovens necessitam muitas vezes do auxilio dos pais”, disse a secretária de Assistência Social Izabel Somer.

A Campanha foi sancionada diante dados do Cadastro Único. No primeiro semestre de 2018 foram identificadas 64.917 as adolescentes de 14 a 18 anos pela condicionalidade da saúde, o que impactou na condicionalidade da educação com quase 18 % de evasão escolar.

“A prevenção da gravidez deve iniciar no âmbito familiar, educacional, saúde e assistência, ou seja, onde os adolescentes e jovens possuem vínculos. Citamos as formas de prevenção e os métodos ofertados no município, reforçamos que o uso do preservativo não apenas evita uma gravidez, mas as Infecções Sexualmente Transmissíveis”, finaliza Bel.

“Adolescência- não pule etapas. Previna-se!”

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