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Começa o período da Piracema em todo o país

Começa o período da Piracema em todo o país

A pesca em vários pontos de lagos e rios está proibida a partir desta quinta-feira (01/11/2018) devido ao período da piracema, época em que os peixes sobem até as cabeceiras dos rios para se reproduzir. Neste período, a Polícia Ambiental realiza operações de fiscalização para coibir pescadores que estejam retirando peixes dos locais que têm restrição.

A piracema segue até o dia 28 de fevereiro do ano que vem, e durante esse período, a pesca de espécies nativas como Mandi, Traíra, Piapara, Dourado, Barbado, Curimbatá e o Lambari está proibida.

Os pescadores podem apenas coletar espécies exóticas, como a Tilápia, Corvina e o Tucunaré. Neste caso, o pescador só pode pescar dez quilos mais uma unidade do peixe da espécie. Além disso, nesse período, só é permitido pescar com anzol de mão, vara, molinete e caniço.

De acordo com o Capitão da Polícia Ambiental de São José do Rio Preto, Alessandro Daleck, nesse período as águas aquecem e o peixe precisa subir até os pontos mais altos para poder desovar. “A pesca é proibida nesses locais de corredeiras e cachoeiras devido à fadiga física em que o peixe se encontra, porque ele tem que vencer um obstáculo que é a corredeira do rio, para ter estimulação hormonal para haver a reprodução”, conta.

A Polícia Ambiental disponibiliza uma cartilha para saber o que é permitido e proibido, fora e durante a piracema. Quem flagrar alguma irregularidade também pode acessar o link da Denúncia Ambiental.

“Nós já reforçamos o policiamento nos rios desde outubro, onde realizamos a conscientização e orientação distribuindo panfletos aos pescadores. É muito importante que as pessoas também saibam das restrições e até possam denunciar e colaborar com o trabalho da Polícia Ambiental, pois estamos salvando a nossa natureza”, finaliza o Capitão Daleck.

Quem for pego pescando em local proibido pode ser multado ou até preso. A lei prevê, em caso de prisão em flagrante, um a três anos de reclusão e uma multa que é de R$ 700 + R$ 20 por quilo de pescado apreendido.

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