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Morre criança com suspeita de meningite em Cajobi


Na tarde desta terça-feira, 7, faleceu na Santa Casa de Barretos o jovem cajobiense Matheus Coghi Domingues, de 10 anos, com suspeita de meningite. Por conta deste caso, a Secretaria de Saúde de Cajobi juntamente com o Grupo de Vigilância Epidemiológica de Barretos lançaram uma nota de esclarecimento.

Nota completa:

“A Secretaria Municipal de Saúde de Cajobi vem através do presente, esclarecer a população sobre os protocolos que devem ser seguidos quando a casos de suspeita de meningite. O município apresenta uma criança suspeita de meningite, porém, com resultado ainda não confirmado (vírus, bactérias ou fungos).

Vimos por meio deste, compartilhar algumas orientações sobre protocolo de caso de meningite, visto que o município de Cajobi tem uma criança Matheus Coghi Domingues internado na Santa Casa de Barretos com esse quadro.

Quando existe uma suspeita de meningite, deve-se haver tentativa de identificar o agente etiológico causador, ou pelo menos se é vírus, bactérias ou fungos. Existem alguns sinais clínicos e laboratoriais que nos permitem suspeitar de um ou outro desses grandes grupos. Essas informações são importantes do ponto de vista de Vigilância Epidemiológica, pois definem algumas ações de prevenção com profilaxia medicamentosa. Quando há suspeita de meningite bacteriana deve-se tentar identificar o agente causal pois faz-se profilaxia apenas quando são bactérias Neisseria meningitidis (meningococo) ouHaemophylus. O Haemophylus já não é identificado rotineiramente nos casos atuais devido a imunização de vários anos.

Quanto a criança Matheus Coghi Domingues, foram realizados vários exames e até o momento não apresenta evidencias clínicas ou laboratoriais de doença meningocócica. Foram enviadas amostras de material biológico para o Instituto Adolfo Lutz em Ribeirão Preto para novas análises. Assim, não há critério, nesse momento, de profilaxia medicamentosa para os contatos íntimos e prolongados. Também, não há necessidade de alterar as rotinas sociais, institucionais ou educacionais. Os cuidados de higiene pessoal e social/institucional devem ser executados não somente nessas circunstâncias mas em qualquer situação em que há agrupamento de pessoas, durante todos os dias do ano.

Todas as condutas do ponto de vista de Vigilância Epidemiológica estão sendo tomadas corretamente, sendo supervisionadas por esse GVE-XIV e pela Divisão de Doenças de Transmissão Respiratória do CVE São Paulo. Se houver alguma novidade nos resultados dos novos exames as orientações serão passadas imediatamente.

Estamos à disposição para esclarecimentos.

Att

Guilherme Carvalho Freire | Médico GVE-XIV Barretos.”

Informações sobre o velório ainda não foram divulgadas.

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