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Irmão do jovem assassinado em casa de show em Olímpia diz que o motivo foi "besta"

Irmão do jovem assassinado em casa de show em Olímpia diz que o motivo foi "besta"

O irmão do eletricista, Everson Luis Nunes Pereira, 38 anos, conhecido como “Beiço” ocorrida na madrugada de segunda-feira, 16, em razão de um tiro disparado pelo PM Antonio Carlos Torres, 33 anos, na Boate Golden Pub na Aurora Forti Neves em Olímpia, Evandro Pereira (foto ao lado), classificou como “motivo besta” a razão pela qual tudo teria acontecido.

Evandro Pereira garantiu para a imprensa regional que o irmão não tinha problema com o policial e tudo teria acontecido após um esbarrão na boate. "O que me contaram foi que, sem querer, meu irmão deixou cair um pouco de cerveja no chão e respingou no pé da namorada do policial. Ele ficou bravo e começou uma briga que terminou com meu irmão morto. Foi um motivo besta", enfatizou.

O PM Torres trabalha no 3º Batalhão de São Paulo, mas está de férias em Olímpia, cidade em que reside com a família, na noite de domingo, 15, foi até a boate com a namorada armado e acabou disparando o tiro que matou o eletricista, que chegou a ser operado na Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos.

Em depoimento, Torres disse que a confusão na boate começou quando três rapazes o reconheceram como policial e passaram a xingá-lo e tentaram agredi-lo com chutes e socos. Ele alega que agiu em legítima defesa ao sacar sua arma, pistola automática, que não é da corporação, para atirar contra Everton. Os outros dois homens fugiram após os disparos.

Torres disse que aguardou a chegada da viatura, depois se apresentou no plantão da delegacia de Olímpia, onde prestou depoimento para a delegada Débora Abdala Nobrega.

Para o Diário da Região de Rio Preto, o comandante da PM de Olímpia, capitão Alberto Riguetti, defendeu o policial, dizendo que ele reagiu ao ser ameaçado. "Como aconteceu no período em que o policial está de férias, não será aberta apuração interna. A morte não ocorreu em decorrência da função policial", diz o capitão.

A arma do policial foi apreendida e será enviada para o Instituto de Criminalística para exame de balística. A investigação será conduzida pelo delegado Marcelo Pupo, que abriu inquérito.

O corpo de Everson foi sepultado na terça-feira, 17, em clima de desespero principalmente por parte da mãe de Everson. Ele era casado e deixa seis filhos.

iFolha

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