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Bebê com quase 39 graus de febre espera médica da UPA conversar por duas horas em Olímpia

Ela estaria conversando com um colaborador do SA­MU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) que, inclusive desrespeitou a fila de chegada

UPA Olímpia
Uma família que estava com um bebê com quase 39 graus de febre teve de esperar por aproximadamente duas horas para ser atendida por uma médica da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), enquanto ela estaria conversando com um colaborador do SA­MU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) que, inclusive desrespeitou a fila de chegada e foi recepcionado na frente dos demais pacientes.

Tudo isso, segundo consta numa postagem feita por Paulo RC Monforte, na tarde da terça-feira, dia 28 de outubro, no portal criado pela Associação Médica Brasileira (AMB), o “mapa do calvário da saúde”, forma como está sendo chamada a Caixa Preta da Sa­úde.

Além disso, ao perceber que se tratava de um colaborador do SAMU, que havia lhe passado para trás, ainda teve de aturar as gozações que esse próprio funcionário teria feito quando deixava o local, fazendo menção à família do bebê e aos demais pacientes que também a­guar­davam atendimentos.

“Olá boa tarde! Hoje fomos na UPA de Olímpia (Eu, Minha esposa e meu bb de 6 meses) fizemos como manda o procedimento e quando estávamos aguardando entrou um rapaz sem passar pela recepção e sem qualquer procedimento falou com a médica (Dra Marcela) voltou na recepção buscou sua esposa e seus dois filhos, também sem passarem pela recepção, e foram até a sala da médica e ficaram falando sobre problemas pessoais dos filhos e comportamentos e sua casa, pois enquanto aguardávamos com meu bb com 38,6 de febre, ouvimos as conversas. Ficamos indignados e fomos reclamar, pois já estávamos aguardando quase 2 hrs. Depois de falar com o segurança da porta descobrimos que se tratava de um colaborador do SAMU que estava fora do horário de serviço e ainda tivemos que ouvir que ele mesmo disse que estava batendo um papo com a médica e saiu dando risada da nossa cara e dos demais que aguardavam atendimento. Quem deveria estar dando exemplo estava na verdade tumultuando que vergonha. Gostaria que tomassem uma atitude”, reclama Mon­forte.

COMO RECLAMAR

Para registrar a queixa, a pessoa deve acessar o site w­ww.caixa­pretadasa­ude.org­.br e cli­car em um ícone amarelo que apa­rece no canto superior esquerdo da tela. Nesse local, deve indicar o Estado e a cidade. Depois, em outra caixa que se abre, o interessado po­de digitar sua reclamação e, se houver, também ler outras queixas.

“A expectativa é que o próprio gestor tome providências para resolver o problema da cidade, uma vez que a informação está pública. Faremos um balanço mensal das denúncias e casos sem solução ou que se avolu­mam, enviaremos às promotorias de saúde e a outros membros do Ministério Público”, afirma a AMB.

Mas antes de ser publicada no site, as reclamações são avaliadas por uma equipe da “Caixa-Preta”. “Ao receber a denúncia na plataforma on­li­ne a equipe responsável pela checagem da veracidade entra em contato com médicos da região, profissionais da saúde, ou solicita mais dados e informações para o próprio denunciante. É importante que o denunciante envie fotos ou pequenos ví­de­os, pois isto dá credibi­lidade à informação”, explica a assessoria da associação.

iFolha
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