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Lar Joana D’arc de Catanduva pode encerrar atividades por falta de recursos



A falta de recursos para a realização de reformas e adequações solicitadas pelo Ministério Público e Vigilância Sanitária de Tabapuã pode fazer com que o Lar Joana D’arc encerre suas atividades. Para que isso não aconteça, a instituição precisa de doações e auxílio para reformar o prédio.


Com mais de 40 internos, o asilo fundado em 1944 precisa atender as solicitações feitas pela promotoria para manter o funcionamento. Dentre as exigências feitas depois de vistoria pela Vigilância Sanitária e MP estão: a reforma e pintura interna e externa do prédio, a reforma dos banheiros, a colocação de campainha nos quartos, aumento no número de enfermeiros, mudança no estoque de alimentos, a existência de um médico para atendimento para pacientes com grau mais elevado de dependência, dentre outros. 



A reportagem de do jornal esteve no local e conheceu toda a estrutura oferecida aos idosos de Catanduva, Novais, Catiguá e Tabapuã.



De acordo com a presidente da instituição, Maria Ianêz de Carvalho, o lar sozinho não consegue viabilizar as adequações necessárias e deverá reincidir os contratos com as famílias de Catanduva. Isso porque, 11 dos idosos moradores do lar são de Catanduva e a cidade, desde o início de 2013 não contribui com a entidade sem fins lucrativos. 



“Dos municípios abrangidos pelo atendimento – Catiguá, Tabapuã, Novais e Catanduva – apenas Catiguá e Tabapuã contribuem mensalmente com valores destinados à manutenção e custeio”, afirma. 



O local possui 24 funcionários que eram pagos até 2012 com recursos provenientes de subvenção de Catanduva. Agora, a instituição depende ainda mais de doações de pessoas físicas.
Conforme explicou a diretoria do lar, parte da aposentadoria dos idosos é utilizada para os custeios com remédios, roupas e demais gastos, no entanto, não são suficientes para manter toda a estrutura e fazer toda a reforma necessária.





O Regional

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