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Ilha formada após terremoto atrai curiosos no Paquistão



O terremoto de magnitude 7,7 da terça-feira no sudoeste do Paquistão, que matou 348 pessoas, formou uma ilha em frente ao litoral paquistanês no mar Arábico que agora atrai curiosos, apesar do alerta do Instituto de Sismologia do país de que as pedras da ilha estariam emitindo gases.

Um repórter cinematográfico da agência de notícias Reuters registrou bolhas emergindo da superfície que pegavam fogo quando em contato com uma chama de isqueiro.

O terremoto, que afetou a província pobre do Baluquistão e sobretudo a cidade de Awaran, também foi sentido na Índia e Irã. O balanço anterior registrava 328 mortos.

"Temos os números confirmados de pelo menos 348 pessoas mortas e 513 feridas", disse à AFP Abdul Latif Kakar, diretor da Administração Provincial para Desastres (PDMA).

'Apenas no distrito de Awaran temos as mortes confirmadas de 305 pessoas, além de 43 vítimas fatais no distrito de Kech", completou. Autoridades paquistanesas decretaram estado de emergência em parte do Baluquistão.

Casas foram destruídas e a comunicação foi cortada com o local mais atingido, Awaran. O tremor foi tão forte que provocou a formação de uma pequena ilha no mar em frente ao litoral paquistanês no mar Arábico.O Exército do Paquistão enviou centenas de soldados por via aérea para ajudar os atingidos pelo pior terremoto no país do sul asiático desde 2005, quando cerca de 75 mil pessoas foram mortas por um tremor no norte do país.

Equipes de resgate enfrentaram dificuldade para chegar rapidamente ao local por ser muito remoto, e algumas autoridades disseram que o número de mortos deve aumentar à medida que os homens dos serviços de emergência conseguirem avançar pelas montanhas para verfificar os danos.

De acordo com o porta-voz do governo provincial, Jan Muhammad Buledi, a estrutura médica disponível é insuficiente e "não há espaço para atender os feridos nos hospitais".

Em uma zona de 50 quilômetros ao redor do epicentro vivem pelo menos 60 mil pessoas, segundo a agência da ONU para casos de catástrofe.


Fonte: G1
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