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Mistério sobre desaparecimento da professora Fabiana em Catanduva completa 19 dias



"Só um milagre agora, mas não quero perder a esperança". O desabafo é de Rita Paula, uma das primas da professora Fabiana Cristina de Paula, de 36 anos, desaparecida desde o dia 27 de julho. 


Apesar do mistérios em torno do caso, a prima disse que ainda espera alguma pista sobre o desaparecimento, que completa 19 dias, nesta quinta-feira (15).

"Tudo que faço penso nela. Fecho os olhos e me pergunto o que está acontecendo, se estão judiando dela, se ela está bem ou se está morta. Viver nesta agonia é um pesadelo que parece não ter mais fim", lamentou Rita que não se conforma em passar tanto tempo sem nenhum sinal da professora.

Rita conta que os filhos de Fabiana já estão sabendo do desaparecimento da mãe e estão reagindo bem, apesar da tristeza e a falta que eles sentem da mãe. "Não tenho condições psicológicas de visitá-los porque somos muito apegados e sei que vou chorar na frente das crianças e isso não vai ser bom." contou.

Ex-marido

A prima disse que não desconfia que o ex-marido de Fabiana, A.C.D. esteja envolvido no caso e que ele vem agindo naturalmente desde o desaparecimento dela "Ele está triste também e agindo normalmente. Conheço ele antes da Fabiana e acredito que não faria isso com ela. Se tivesse feito seria a pior pessoa do mundo para mim" disse.

Fabiana e A.C.D.tiveram um relacionamento de 19 anos e dois filhos. Namoraram durante sete anos e ficaram casados por 12. O relacionamento acabou há mais de um ano e os filhos ficaram sob a guarda da Fabiana e aos finais de semana as crianças iam para o sítio onde o pai mora. Com o desaparecimento, as crianças agora estão morando com o pai.

No início do mês, durante mandado judicial de buscas domiciliar na casa do ex-marido da professora, a Polícia Civil encontrou três espingardas, um revólver calibre 38, além de várias munições e pólvoras. As espingardas apreendidas, segundo o delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Catanduva, Dr. Élvio Roberto Bozzani, são antigas e não possuíam registro, apenas o revólver que tinha registro vencido.

Na semana passada o ex-marido prestou depoimentos na delegacia de Catiguá e foi liberado. Ele disse ao delegado que está disposto a colaborar nas investigações.

Depoimentos

Na manhã desta quarta-feira (14), a Polícia Civil de Catanduva ouviu dois rapazes que foram vistos com a professora na saída de um bar no centro da cidade, um dia antes do desaparecimento dela.

Os rapazes foram identificados pelas câmeras de monitoramento do estabelecimento instaladas do lado de fora do bar. As imagens mostram o momento em que a professora sai do bar sozinha e conversa com dois rapazes e uma moça, que estão na calçada.

Segundo o depoimento de um dos jovens que mora em Catanduva, Fabiana saiu do bar e subiu a avenida 24 de fevereiro acompanhada de um outro rapaz que mora em Ariranha. Eles teriam conversado por alguns minutos, mas ela foi embora sozinha até a rua Fortaleza, onde teria estacionado o carro. Depois disso não se viram mais. O rapaz contou ainda que não sabia que a moça que havia visto do lado de fora do bar é a mesma que está desaparecida desde o dia 27 de julho.





Fonte: Notícias da Manhã
Jean Morelli

Apaixonado por notícias, filmes e séries. Sou blogueiro desde 2011, amante do jornalismo, flamenguista de coração e cajobiense desde sempre.

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