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Coronavírus: Vendas de botijão de gás aumentam 35% durante período de isolamento

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Coronavírus: Vendas de botijão de gás aumentam 35% durante período de isolamento

O coronavírus se caracteriza como um vírus cujas propriedades ainda não são conhecidas e, com o impacto que vem causando em todo mundo, as pessoas passaram a adotar uma abordagem de precaução que inclui a restrição de mobilidade. Com mais gente em casa, incluindo trabalhadores em home office e crianças dispensadas das salas de aula, alguns produtos de primeira necessidade começaram a ser mais procurados pelos consumidores, como o botijão de gás.

De acordo com informações do Chama, aplicativo que conecta revendedores de botijão de gás a consumidores, na semana em que o isolamento começou a ser adotado, o volume de vendas registrado deu um salto de 35%. O app atua em sete capitais e suas respectivas regiões metropolitanas: São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Florianópolis, Curitiba e Porto Alegre.

Segundo Sheynna Hakim Rossignol, Diretora Geral do Chama no Brasil, este aumento na busca pelo produto reflete a mudança de comportamento do consumidor: "A preocupação com o aumento dos casos da doença forçou o isolamento social e, com isso, as pessoas não só deixaram de frequentar restaurantes como também passaram a cozinhar em casa e com mais frequência, o que tem trazido um aumento do consumo de gás de cozinha", analisa a executiva.

Com o aumento expressivo da demanda pelo produto os preços também subiram. Segundo levantamento realizado pelo Chama, em São Paulo a média de preços no início de março era de R$ 71 e agora o botijão pode ser encontrado por até R$81. Em Curitiba, onde a média de preço no início do mês era de R$69, o produto agora alcança R$76. Em Belo Horizonte, os valores foram de R$ 71 para R$75.

"Item essencial no domicílio das famílias, o botijão é um gasto que não pode ser cortado do orçamento e, em épocas como esta, de instabilidade econômica, conseguir driblar essa realidade comparando preços é importante para a maioria das pessoas", explica Sheynna.

Além da comparação de preços, fazer o pedido de gás pelo aplicativo é uma formas de buscar um atendimento mais rápido. "O aumento inesperado da demanda também está impactando o tempo de entrega de muitos revendedores. Para aqueles consumidores que têm urgência comparar tempos de entrega pode ser muito importante", acrescenta Sheynna.

Outro diferencial é a opção do pagamento pelo aplicativo com a redução do contato com o entregador do gás. "No Chama, os usuários têm acesso às várias facilidades como escolher fazer o pagamento pela ferramenta o que é uma grande vantagem nesta época de coronavírus, pois evita o contato de mão em mão", diz Sheynna. O app também permite visualizar o tempo de entrega, escolher o revendedor ou marca preferidos e ainda ver avaliação de outros usuários que já compraram naquela unidade.

Sobre o Chama

Disponível no Google Play e na App Store, o Chama é um marketplace que conecta revendedores de botijões de gás a clientes. Lançada em dezembro de 2016, a empresa reúne em um único ambiente mais de 2.000 revendedores regulamentados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Em apenas alguns cliques o usuário pode solicitar o serviço oferecido pela empresa e escolher o fornecedor que mais lhe agradar - selecionando informações como: valor cobrado, tempo de entrega e marca do produto. O serviço está presente em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Florianópolis, Curitiba e Porto Alegre.

Coronavírus reduz expectativas do comércio de SP em mais de 20%

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Coronavírus reduz expectativas do comércio de SP em mais de 20%

A confiança dos empresários do comércio de São Paulo despencou 21,6% em março. O dado é do Índice IFECAP, que mede mensalmente o humor dos donos de estabelecimentos. A pesquisa, realizada por telefone, que ouviu donos de estabelecimento de todas as regiões do Estado, registrou queda em todos os indicadores e chegou a 101,9 pontos. Na comparação com março de 2019, o IFECAP registrou queda de 21,7%. Na comparação com o mês de fevereiro de 2020, a redução é de 21,6%.

O Índice Futuro, que registra as expectativas para os próximos três meses, foi o indicador que apresentou a queda mais acentuada, de 36,2%, desfazendo qualquer otimismo anterior. O índice, no mês de março, ficou em 100,26 pontos, menor marca desde junho de 2016. Na comparação com o ano anterior a redução foi de 35,3%.

As expectativas em relação às vendas futuras, medidas pelo Índice Futuro - Vendas, sofreu contração de 37,4%; o índice chegou a 99,68 pontos, na fronteira em direção ao pessimismo técnico.

O Índice Momento Atual dos Negócios registrou redução de 7,6% em relação a fevereiro, repercutindo parte do recuo das vendas nos últimos dias da pesquisa. Na comparação com o mesmo período de 2019, a percepção dos empresários do comércio, medido pelo Índice Momento Atual dos Negócios, diminuiu em 9,1%

Os indicadores Momento Atual - Situação dos Negócios, Momento Atual - Encomendas e Momento Atual - Vendas apontaram uma queda de 9,4%, 4,7% e 8,5%, respectivamente.

ENTENDA O ÍNDICE IFECAP

O IFECAP ─ Índice FECAP de Expectativa nos Negócios ─ é realizado há mais de 12 anos e consiste num indicador baseado em metodologia largamente utilizada por diversos países. A coleta de dados avalia mensalmente a situação atual das empresas do comércio varejista, com informações sobre o desempenho atual das vendas e das encomendas. O índice avalia ainda informações sobre as expectativas dos empresários quanto às vendas e encomendas para os próximos três meses. A pesquisa é realizada sempre na semana do dia 15 do mês corrente, captando a percepção do empresário em relação às micro, pequenas, médias e grandes empresas.

O IFECAP divide-se em três indicadores:

• Índice Momento Atual: corresponde às respostas dos empresários sobre suas encomendas atuais a seus fornecedores; a evolução das vendas no período atual; e a avaliação da situação geral dos negócios;

• Índice Futuro: calculado com base nas expectativas dos empresários em relação às suas vendas e encomendas em um horizonte temporal de 3 meses;

• Índice Geral: é o indicador composto da agregação dos dois índices descritos acima.

Planos de saúde não podem recusar cobertura dos testes do coronavírus

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Planos de saúde não podem recusar cobertura dos testes do coronavírus

Renato Falchet Guaracho*

A pandemia do coronavírus (Covid-19) já deixou milhares de mortos pelo mundo e tem avançado no país, o que já obrigou os brasileiros a mudarem a rotina e a tomarem uma série de medidas para barrar o seu avanço. Não bastasse a atual crise, soma-se entre as dificuldades o fato de muitas operadoras de planos de saúde estarem se recusando, injustificadamente, a realizarem os exames referente à doença. Tal medida é ilegal.

A Agencia Nacional de Saúde (ANS), no último dia 13 de março, publicou resolução normativa determinando que todas as operadoras de planos de saúde são obrigadas a cobrirem os testes relacionados ao coronavírus. Ocorre, no entanto, que na prática diversas operadoras estão se recusando a cumprir com esta determinação, sendo que muitos pacientes estão encontrando problemas nos hospitais para realizar o exame.

O caminho para aqueles que possuem planos de saúde e venham a passar por este problema é realizar reclamação na própria ANS, que poderá multar as empresas que perpetuam esta prática. Serão cobrados judicialmente os valores pagos com os procedimentos e exames, além de eventuais danos sofridos.

É fato ainda que não são apenas os exames que estão cobertos pelos planos de saúde. Todos os pacientes diagnosticados com o coronavírus deverão ter os procedimentos médicos, inclusive a internação e Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cobertos pelos planos de saúde. Esta regra não se aplica apenas aos pacientes que tenham essas exclusões especificas no plano contratado.

Aos pacientes que eventualmente tenham problemas com tais coberturas e não que possuem condições financeiras de arcar com os pagamentos hospitalares, é possível ainda se socorrer do Poder Judiciário, a fim de que um juiz determine, por meio de liminar, que o Plano de Saúde cumpra com as obrigações e pague o tratamento. Estas decisões, via de regra, são muito rápidas e costumam sair no mesmo dia. É o seu direito, ainda mais em tempos de crise como os atuais.

*Renato Falchet Guaracho é advogado especialista em Direito do Consumidor e coordenador jurídico do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados

Psicóloga dá dicas para amenizar isolamento social dos idosos durante pandemia

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Psicóloga dá dicas para amenizar isolamento social dos idosos durante pandemia

A melhor maneira de evitar que o novo coronavírus se alastre ainda mais é ficar em casa. No caso dos idosos, grupo mais vulnerável diante da pandemia, o isolamento social torna-se algo ainda mais urgente. O confinamento, no entanto, pode gerar outros problemas, principalmente em se tratando de pessoas da terceira idade. A falta de interação social e contato com a família podem gerar ansiedade e agravar casos de depressão. A psicóloga Daniela Bernardes, do Residencial Club Leger, instituição dedicada ao atendimento e acolhimento desta faixa etária, dá algumas dicas para superar esse período penoso sem aprofundar complicações emocionais.

- Os jogos de mesa e dominós, muitos esquecidos nas gavetas empoeiradas de casa, podem ajudar muito na tarefa de distração. São atividades que contém linguagens conhecidas por seus pais e avós e uma forma de "conversa" possível para além dos noticiários. A propósito, regular esse dispositivo é extremamente saudável, para evitar ansiedade desnecessária. O momento é de consciência e responsabilidade, mas não de alarmes - explica Daniela.

Falar de casos passados, junto a fotos de álbuns, pode ser uma forma de trazer aos idosos a importância de sua história e fazer com que se recordem de momentos felizes. Tudo isso pode ser compartilhado também de forma virtual.

- Essa atividade ajuda a dar um sentido positivo às experiências deles e retoma sua importância na vida de cada membro familiar - explica a psicóloga.

Resgatar filmes antigos, sugerindo títulos, caso eles não estejam no mesmo ambiente dos demais parentes, pode ajudar a aliviar o sentido de afastamento, além de ser um poderoso método de distração e divertimento.

- Também são vitais as ligações ao longo do dia para aqueles que estejam distantes. Neste caso, devamos fazê-los se sentirem seguros, reforçando que esse período difícil é algo passageiro, mas que requer cuidados - acrescenta Daniela

A psicóloga do Residencial Cllub Leger salienta ser natural a sensações de tristeza e desorganização de todos, não apenas dos idosos, diante de uma necessidade de reprogramar a vida de maneira tão abrupta.

- Faz parte de nosso mecanismo psíquico acomodar-se cada um a seu modo, por vezes desenvolvendo a tristeza e a angústia. As estratégias que consideramos tendem a ser uma forma de alívio desses mecanismos, até que cada um internamente encontre sua forma de enfrentamento, cada um tem seu tempo para isso - disse Daniela

A psicóloga cita um trecho de um poema de Mário Quintana, que diz: "A arte de viver é simplesmente a arte de conviver... Simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!".

- Temos de aprender com os desafios, para que que todos possamos sair melhores de tudo isso. Será que essa "parada obrigatória" não quer nos dizer alguma coisa em relação à forma com que estamos tratando nossos idosos? - analisa Daniela.

Coronavírus e a busca por emprego: 5 dicas para quem quer entrar no mercado

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Coronavírus e a busca por emprego: 5 dicas para quem quer entrar no mercado

Em meio aos diversos grupos impactados pela pandemia do coronavírus no país, há um em particular que se viu ainda mais prejudicado diante do avanço da doença: o de desempregados.

Atualmente, existem no Brasil 11,6 milhões de pessoas sem emprego no Brasil. Gisele Maiara, de 28 anos, é uma delas. Sem trabalho há um mês, a administradora de empresas teme pelo tempo que levará para conseguir uma nova recolocação. "Como a recomendação é para evitar aglomerações, penso que será mais difícil conseguir um novo emprego. Não sei o que vou fazer neste momento", afirma. "Os colaboradores já estão de home office e acho difícil as empresas realizarem novas entrevistas e contratações nas próximas semanas", acrescenta.

Para auxiliar pessoas que, assim como Gisele, estão em busca de recolocação profissional, Larissa Ruza, coordenadora de marketing de recrutamento da Connekt, plataforma inteligente de recrutamento digital, separou cinco dicas práticas. Confira:

1 - Por mais clichê que possa soar, é preciso lembrar: não se desespere. O desespero faz com que não encontremos saídas, transforma qualquer caminho em labirinto. Mesmo sendo difícil, tente racionalizar a situação e transformar a sua ansiedade em ação.

2 - O período de quarentena é um ótimo período para criar ou reforçar rede de contatos profissionais. Notifique que está em busca de um emprego aos mais próximos, em suas redes sociais e grupos de Whatsapp. Sabe aquele amigo que trabalha em uma empresa legal? Ligue para ele! Participe de comunidades virtuais com interesses relacionados à sua área de atuação e compartilhe conhecimentos. Conecte-se, comente e se faça visível!

3 - Ainda falando sobre o universo digital, entenda que ele pode ser um grande aliado nesse momento. As melhores e maiores empresas estão inseridas nas redes sociais e divulgam suas vagas em sites e plataformas de emprego. Portanto, vá à caça! Se torne um pesquisador, busque por oportunidades relacionadas ao seu objetivo de carreira e inscreva-se nas oportunidades que fizerem mais sentido para você.

4 - Se inscreveu e não sabe qual o próximo passo? Busque por canais que permitam fazer um processo seletivo digital! Hoje, inúmeras plataformas possibilitam que você faça entrevistas e testes aí da sua casa, de forma muito mais fácil, com seu próprio celular. As áreas de RH continuam a avaliar candidatos e quem conseguir " migrar" mais rápido para o digital, com certeza sairá na frente nesse período.

5 - Por fim, ajude quem mais precisa. Se conhece alguém que, assim como você, está em busca de uma nova chance, compartilhe oportunidades! Eduque as pessoas para utilizarem a internet de uma forma colaborativa e funcional nesse período.

Connekt

A Connekt é uma plataforma inteligente de recrutamento digital, que oferece um sistema completo de atuação em todas as etapas do processo seletivo, desde a criação de novas vagas até a seleção de pessoas para contratação efetiva. A empresa tem como expertise a estratégia de marketing para atração de talentos, experiência digital simples para empresas e candidatos e o ranqueamento dos candidatos de acordo com o perfil da vaga e a cultura da empresa. Fundada em 2017 por Celson Hupfer e Henry Novaes para potencializar o trabalho de consultores de recrutamento e seleção, a empresa traz vantagens para gestores e equipes de Recursos Humanos, como maior autonomia, otimização de tempo para atividades estratégicas, redução de custos com processos seletivos e capacidade de mensuração dos níveis de compatibilidade dos candidatos. A Connekt já trabalhou quase 20 mil vagas de empresas como Grupo BIG, Teleperformance, Natura, Centauro, Raia Drogasil, Riachuelo, Restoque, Kumon, dentre outras.
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